“Cada real recolhido pela indústria deve se converter em resultado mensurável para a população. Sem isso, os bilhões continuarão sendo apenas números. Com isso,...
O que está em jogo não é apenas uma tarifa de 10% ou uma sobretaxa de 40% — e sim o futuro de setores produtivos inteiros, com destaque para a Zona Franca de Manaus. Os Estados Unidos têm sinalizado que não querem mais depender de cadeias globais em setores considerados “sensíveis”, como tecnologia, energia e defesa. E qualquer país que esteja no meio do caminho dessa reindustrialização americana corre o risco de ser atropelado pelo trator da segurança nacional.
Por isso, o pacto amazônico precisa ser mais do que uma promessa política. Precisa ser uma estratégia de soberania e reputação, na qual o Amazonas não pode cometer o erro de se associar às estatísticas do desmatamento