A Ministra dos Povos Indígenas do Brasil, Sônia Guajajara, teve um encontro significativo com o Papa Francisco na quinta-feira (14), seguido de um discurso...
Papado de Ratzinger talvez tenha sido o último a colocar antigo Ocidente cristão no centro do destino da igreja
Reinaldo José Lopes - Folha UOL
Quando...
Dom Leonardo Steiner e Dom Paulo Cezar Costa já foram nomeados cardeais.
Por - Redação G1 Globo
Nesta quinta-feira (25), o Papa Francisco convocou todos os cardeais...
Finalmente, a camisa oficial da Representação dos Funcionários do Vaticano pode ser comprada nos Museus do Vaticano e na loja de roupas do Governatorato...
A mobilização das entidades do Amazonas para trazer os atores federais ao debate logístico merece ser reconhecida. Durante muito tempo, a navegação amazônica foi tratada em Brasília como uma facilidade concedida pela geografia: rios largos, extensos e aparentemente inesgotáveis dispensariam a disciplina de planejamento reservada às rodovias, ferrovias e portos. As secas de 2023 e 2024 expuseram o preço dessa ilusão. A presença recente do Ministério de Portos e Aeroportos, da Secretaria Nacional de Hidrovias e Navegação e do DNIT abre uma oportunidade que a região não deve desperdiçar. Para aproveitá-la, será preciso qualificar o debate e distinguir uma obra necessária em certos pontos de uma política capaz de organizar todo o sistema.