“É só olhar o potencial para melhoria, a partir do momento em que existir uma conexão efetiva por um esforço em comum: desenvolvimento da Amazônia por meio da ciência, tecnologia e inovação. Será que conseguiremos isso? Foram necessários 20 anos para UEA dar posse para representantes da Indústria em seu Conselho, após mais de R$ 4 bilhões de contribuições entre 2011 e 2021. Precisamos de uma dinâmica mais rápida. Há fome. Há pressa.”“É só olhar o potencial para melhoria, a partir do momento em que existir uma conexão efetiva por um esforço em comum: desenvolvimento da Amazônia por meio da ciência, tecnologia e inovação. Será que conseguiremos isso? Foram necessários 20 anos para UEA dar posse para representantes da Indústria em seu Conselho, após mais de R$ 4 bilhões de contribuições entre 2011 e 2021. Precisamos de uma dinâmica mais rápida. Há fome. Há pressa.”
A 11ª edição do ranking classificou as 416 melhores universidades da América Latina
A USP é a melhor universidade brasileira segundo o QS Latin America Ranking,...
"É bem verdade que, desde Platão, as aparências enganam e o que pode parecer crime, sob uma ótica mais holística, pode ser eficaz mecanismo para diluir o imbróglio ambiental com o atendimento das demandas sociais. […] Enfatizando: a melhor maneira de proteger um bem natural é atribuir-lhe uma finalidade econômica sustentável."
Você sabia que a biodiversidade do planeta também se traduz em riqueza genética? Nela podemos encontrar tesouros que podem ser estudados pela ciência para aplicação em problemas atuais. Entretanto, muitas espécies ainda pouco conhecidas pela ciência estão ameaçadas pelos efeitos das mudanças climáticas e perda do seu ambiente natural. A preservação da natureza, além de essencial para a manutenção dos ecossistemas, também é fonte de inspiração para a inovação tecnológica. Muitas plantas, animais e microrganismos têm estratégias únicas de sobrevivência em determinados ambientes que podem, por exemplo, ajudar a desenvolver variedades agrícolas resistentes às alterações ambientais.
A ofensiva judicial da FIESP contra a Zona Franca de Manaus expõe mais do que um embate tributário. Revela a dificuldade histórica de parte do Brasil em aceitar qualquer redistribuição de competitividade, riqueza e protagonismo econômico fora do eixo tradicional de poder.