O Jaraqui Graúdo, portanto, é menos um ponto de chegada e mais uma confirmação de rota. Ele nos diz, em voz alta: continuem. Continuem cruzando fronteiras, aproximando academia e empresas, integrando ciência, economia e sustentabilidade. Continuem escutando a floresta, as águas e as pessoas, com a autoridade de quem aqui respira, atua e constrói. Continuem acreditando que a universidade amazônica não é chamada a reproduzir modelos, mas a inventar caminhos.
A Agência de Inovação da Universidade do Estado do Amazonas (AGIN–UEA), sob liderança de seu diretor-executivo, Antonio Mesquita, iniciou na semana passada uma nova fase de cooperação estratégica entre universidade e indústria.
"A criação de três novas universidades estaduais no Amazonas é o primeiro passo para construir uma Amazônia inteligente, capaz de transformar conhecimento em soberania, ciência...
Sobre um Plano de Convergência Tecnológica da Amazônia: integração entre Polo Digital de Manaus, bioeconomia e inovação científica
Há um sopro de reconfiguração na Amazônia....
"Ao fortalecer os laços entre academia e setor produtivo, reafirmamos que a ciência é o coração pulsante da soberania nacional, e que a Universidade...