Ação enviada à Justiça cita episódios que poderiam caracterizar omissão e ter gerado danos ao patrimônio público e violado princípios da administração pública.
Ex-ministro da Saúde disse que foi nomeado para “fazer as coisas andarem o mais rápido possível” e que a missão era “trocar a roda do carro com o carro andando”.
Vice-presidente do CFM diz que o médico que prescrever medicamentos off label e trouxer malefícios ao paciente por prescrição inadequada pode responder por isso.
Enquanto isso, movimentos de todas as partes pedem urgentemente que sejam identificados e punidos os responsáveis pela tragédia da falta de oxigênio nos hospitais de Manaus, causador de tantas perdas de vidas.