Por Roberto Rockmann - Reporter Brasil
Mais energia eólica ou mais termelétricas a carvão? Decisão do futuro presidente sobre como o país deve expandir sua geração...
Decisão acatou pedido feito pelo Instituto Arayara, que questionou a dispensa da elaboração de estudos de impacto ambiental no licenciamento das termelétricas
O governo de Xi Jinping prepara um novo plano para reforçar a segurança energética na China em meio à escalada dos preços internacionais da energia. Para garantir a oferta de eletricidade ao mercado chinês, Pequim quer reforçar a produção de carvão para abastecer as usinas termelétricas do país, com um aumento de 300 milhões de toneladas de capacidade de produção em 2022. Isso equivaleria a um aumento de 7% em relação ao total de carvão produzido no ano passado.
Lei que estende possibilidade de novas termelétricas até 2040 foi promulgada neste ano e “distorce o conceito de transição energética justa”, argumenta ação, apoiada por ONGs.
Com a maior rede hidrográfica do planeta e uma biodiversidade aquática extraordinária, o país está no centro desse debate. Ao mesmo tempo, enfrenta desafios conhecidos: saneamento insuficiente, poluição por mineração, expansão agrícola e impactos das mudanças climáticas. A Amazônia, por exemplo, já apresenta sinais de contaminação por plásticos e outros poluentes, evidenciando que nem mesmo regiões consideradas remotas estão imunes