A Amazônia, sua gente desempregada com seus benefícios postergados, já não pode esperar. Afinal, nossa contribuição, no cenário atual, supera todas as expectativas.
As recentes ações da Suframa, também através da articulação com outras instituições, prefeitos e governadores da região, na execução de planos de trabalho desenvolvidos no início da gestão de Polsin há pouco mais de um ano, mostram um caminho exitoso e alinhado com o DL 288. São ações com foco no Distrito Agropecuário, Biotecnologia, Pesquisa e Desenvolvimento, Mineração Sustentável, divulgação da ZFM, uso de recursos regionais e logística, entre outros. Os resultados esperados devem despertar mais cobiça política com o cargo, também uma forma de ciúme.
Outro destaque é a movimentação para emplacar a Bioeconomia como o novo polo de diversificação da economia e do desenvolvimento, sempre focado no paradigma da sustentabilidade e interlocução permanente com as unidades federativas de abrangência atribuídas legalmente à Suframa, a Amazônia Ocidental, mais o Estado do Amapá
O interessante de acompanhar mais de perto esses debates e reuniões é verificar o quanto o posicionamento dos líderes mundiais dá uma embolada conceitual, quando comparado com o posicionamento das nossas correntes políticas. É interessante ouvir os alertas de Boris Johnson e outros líderes conservadores, porque por aqui mudanças climáticas e conservação da Amazônia são praticamente coisas de comunista. Mas, vamos ao que interessa, esqueçamos as picuinhas.