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Bio&TIC da Amazônia, a diversificação da ZFM, pede passagem

A partir da programação proposta para o evento e que será apresentada no seu lançamento oficial, a ExpoAmazônia visa a alcançar milhares de atores locais para discutir sobre qual foco se pretende para o Polo de Bioeconomia amazônica e quais estratégias para o seu desenvolvimento. Da mesma forma, o evento tem por objetivo apresentar para a sociedade as duas matrizes econômicas viáveis para a região, em complemento às atividades do Polo Industrial de Manaus (PIM). Além disso, espera-se apoiar startups na mentoria e apresentação de seus negócios para investidores potenciais, bem como prospectar negócios e atrair estudantes e profissionais para o mercado de tecnologia.

Suframa usa tecnologia mobile para otimizar vistorias e fiscalizações

Desde o começo de abril, a Suframa está utilizando a tecnologia mobile com uso de dispositivos móveis contendo aplicativo para otimizar o processo de vistorias físicas nas fiscalizações do ingresso de mercadorias nacionais na área de atuação da Autarquia.

Amazônia e o PPB do crime organizado

Por que não criar o PPB do crime organizado do desmatamento, contrabando de madeira e outros recursos naturais e exploração ilegal em áreas...

A quem pertence o Centro de Biotecnologia da Amazônia?

O polo de bioindústria foi desenhado a partir das demandas da economia local e das saídas vislumbradas na diversidade biológica e mineral da região. Tudo ia bem até que começou uma querela estéril e danosa entre os ministérios que passaram a querer um CBA para chamar de seu, na suposição de que esse patrimônio lhes pertencia. Não pertencia e não pertence a ninguém, muito menos à União e seus escalões. É um patrimônio a serviço da Amazônia, das demandas de suas indústrias, das pequenas empresas que se beneficiam das verbas do Programas Prioritários da Suframa para empreendedores, nos programas e projetos a partir da floresta, de seu banco genético, que padece da inovação tecnológica.

O IPI e a economia limpa da Zona Franca de Manaus

E não são os nossos índios o problema. Eles próprios se dispõem a participar das iniciativas com seu precioso conhecimento da Amazônia. Podemos entrar com a tecnologia e eles com o conhecimento da harmonização florestal. Afinal eles tem 15.000 anos de relacionamento inteligente e sustentável com a natureza. E quando falo na primeira do plural estou falando em nome de pessoas próximas que topam os projetos de diversificação. Ou seja, nós temos propostas, elas não são novas, são insistentes mas não dependem apenas da nossa percepção e boa vontade. Como diz o empresário Denis Minev, é preciso que o Brasil se comprometa com a nova economia que se organiza pelo interior da Amazônia.

ZFM, um time que está ganhando e repassando

‘De concreto, neste cenário de generosas contribuições federais da ZFM, uma indústria sem chaminés e com destacada performance nacional de reciclagem e logística reversa, robustos avanços em inovação tecnológica, o ministro decretou o esvaziamento do programa Zona Franca de Manaus, abrindo o mercado para produtos importados com os quais a indústria nacional e a de Manaus não têm condições de concorrer. É assim que se combate à inflação e se assegura a industrialização nacional?”

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