Para a Amazônia não é propriamente um beco sem saída como pode parecer, mas talvez seja a ocasião de se pensar no seu próprio arquétipo de desenvolvimento.
O desenvolvimento humano na Amazônia passa por muitos desafios, mas precisaremos encontrar rapidamente como dotar a região de uma infraestrutura contemporânea, com uma governança responsável com o meio ambiente. O encontro deste equilíbrio passa muito longe do garimpo ilegal e muito perto da indústria de alta tecnologia.
Prevalecem as opiniões de que a ZFM renuncia impostos e que pouco arrecadaria, o que não é um fato da realidade. Assim, a nossa escada vai sendo chutada, antes da redução das desigualdades e das deficiências que temos.
“Está na hora de desistirmos, porque é muito peso para carregar e a sociedade não avança. Por isso que estamos onde estamos. Sem encarar o futuro, junto com as novas gerações, seguiremos ancorados no passado do atraso, da fome e da morte. Vale para a BR-319, vale para a pandemia, vale para a vida.”
Desenhada e planejada pelo Regime Militar, dentro de uma perspectiva de Desenvolvimento Regional do Norte do Brasil, o projeto contava com a instalação de três polos distintos, um agropecuário, um comercial, e um industrial - onde reside o Polo Industrial de Manaus (PIM), o terceiro maior do país.