“Os projetos que receberão os recursos irão desenvolver a bioeconomia da floresta, ajudando a agregar valor aos produtos naturais, e contribuindo também com a preservação do meio ambiente e o desenvolvimento socioeconômico”, afirma Joanita Maestri Karoleski, presidente do Fundo JBS pela Amazônia.
“É imperativo, portanto, debater, aproximar, disseminar a informação, reduzir a burocracia do proibicionismo, pois está provado que o fomento ao empreendedorismo é mais efetivo e producente, tanto para promover a sustentabilidade como a prosperidade.”
Essa visibilidade é crucial para dar transparência e reconhecer o importante trabalho desenvolvido por produtores rurais que estão fazendo a restauração se tornar realidade. Facilitar esse reconhecimento pode melhorar o acesso a recursos e ao financiamento necessário para acelerar e aumentar a escala da restauração.