“A elaboração do projeto Amazônia 4.0, com as redes privativas de velocidade 5G, precisa recompor o mapa dessa biodiáspora do banco de germoplasma amazônico. Algo parecido foi iniciado em 2020 na Escola Politécnica da Universidade de São Paulo. Lá os pesquisadores utilizaram tecnologias blockchain, automatização de máquinas, big data e computação em nuvem. Coisas que o 5G vai exponenciar“
O Fórum Mundial da Bioeconomia terminou na 4ª feira (20/10) com uma declaração e o compromisso do governo paraense de elaborar um Plano Estadual de Bioeconomia...
Especialistas reúnem dicas valiosas de como aplicar SAFs na restauração de áreas degradadas.
Agrofloresta é uma técnica de produção de alimentos aliada à conservação florestal....