Com apoio do portal BrasilAmazôniaAgora, o evento representa um esforço das entidades de classe do Amazonas que estão atentos ao suporte da economia para sairmos da crise da COVID-19, e mais do que isso, formar um mutirão institucional que possa assegurar os direitos constitucionais e as prioridades de infraestrutura para embasar a competitividade da indústria estadual.
”Fica difícil, ou impossível, quando alguém muda as regras depois que o jogo está em pleno andamento. E é exatamente isso que tem acontecido na visão dos governantes deste Brasil que tem aversão à segurança jurídica daqueles que lhes dão amparo e receita.”
“ Como arautos de nossa segurança jurídica, os parlamentares do Amazonas se engajaram nas comissões e tarefas necessárias ao resguardo da Economia, aqui escrita em maiúsculas para ilustrar a seriedade com que deve ser tratado o pão-nosso de cada dia, o Polo Industrial de Manaus, nossa galinha dos ovos de ouro.”
Finalmente, cabe uma reflexão: já chegou ou passou da hora de assumirmos o papel que a História nos conferiu. Ora, nessa briga/tragédia recente sobre a falta de oxigênio nas unidades hospitalares, com inaceitáveis perdas de vidas, o que se viu foi a caça às bruxas e suas responsabilidades. A indústria não se meteu na discussão mas assumiu sua mais do que sua obrigação e foi à luta para superar a escassez mortal do oxigênio. Mas ninguém falou que nosso Estado é um dos cinco na Federação que mais paga impostos, ajudando a levar o país nas costas.
O presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Robson Braga de Andrade, afirmou que o país precisa de conjunto de ações, como a aprovação de...
Entre a ciência e a incerteza, os sinais de que a floresta pode estar deixando de ser aliada do clima exigem mais do que medições: exigem discernimento político.