Tag: Seca Rio Negro

A Seca, a justiça e a esperança: um manifesto pela economia real da Amazônia

"Porque a Amazônia não é o problema — é a resposta. E a economia real da Amazônia é feita por quem gera emprego, renda e oportunidades:...

Amazonas em alerta: seca de 2024 pode impactar 150 mil famílias

Com a seca de 2024 se adiantando em 30 dias, governo do Amazonas prevê severos impactos e mobiliza esforços para mitigar danos a milhares...

Governo do Amazonas propõe medidas educativas para enfrentar estiagem

O Governo do Amazonas, por meio da Defesa Civil, está intensificando a adoção de medidas preventivas e promovendo o uso racional de recursos naturais...

Amazônia enfrenta déficit hídrico apesar de chuvas recentes

O início das chuvas na região amazônica não foi suficiente para recuperar a vazão dos rios, conforme revelado pelo boletim semanal de monitoramento climático...

Estiagem oportuniza balizar rios amazônicos e facilita fluxo de pessoas e cargas

A estiagem deste ano e a prevista para 2024 que também anuncia seca relevante segundo os movimentos monitorados do El Niño, seriam janelas mais...

Após subida contínua, Rio Negro começa baixar em Manaus

Rio Negro, que recentemente enfrentou a pior seca de sua história em Manaus, com mais de 120 anos de registros, começou a mostrar sinais...

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Trump já está interferindo na eleição brasileira?

“Da pressão sobre o STF às articulações bolsonaristas em...

O rio além da draga – PARTE I – Coluna Follow-Up

A mobilização das entidades do Amazonas para trazer os atores federais ao debate logístico merece ser reconhecida. Durante muito tempo, a navegação amazônica foi tratada em Brasília como uma facilidade concedida pela geografia: rios largos, extensos e aparentemente inesgotáveis dispensariam a disciplina de planejamento reservada às rodovias, ferrovias e portos. As secas de 2023 e 2024 expuseram o preço dessa ilusão. A presença recente do Ministério de Portos e Aeroportos, da Secretaria Nacional de Hidrovias e Navegação e do DNIT abre uma oportunidade que a região não deve desperdiçar. Para aproveitá-la, será preciso qualificar o debate e distinguir uma obra necessária em certos pontos de uma política capaz de organizar todo o sistema.

Terra Indígena Apyterewa: desmatamento caiu de 102 km² para 7,5 km² após a retirada de invasores

Terra Indígena Apyterewa reduz o desmatamento após desintrusão, mas ameaças e risco de novas invasões ainda preocupam o povo Parakanã.