O Brasil não pode ser refém de uma paralisação que ameaça sua estabilidade econômica e sua posição no mercado global. A greve dos auditores exige soluções...
A região do alto e médio rio Solimões, no Amazonas, enfrenta uma crise ambiental de proporções alarmantes. A seca histórica, somada às mudanças climáticas,...
Incêndios destroem lavouras de café em São Paulo e agravam crise na cafeicultura brasileira, já afetada pela estiagem prolongada desde o final de agosto
Desde...
O Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) estendeu um alerta vermelho, sinalizando perigo extremo, para 15 estados brasileiros e o Distrito Federal, prevendo que a...
Há momentos em que um evento deixa de ser evento e vira instrumento com metodologia. A preparação do III Fórum ESG Amazônia, conduzida por CIEAM e Suframa, pode ser esse raro intervalo em que o Polo Industrial de Manaus decide fazer o que o Brasil costuma adiar: antecipar-se. E antecipar-se, agora, não é virtude abstrata. É estratégia de sobrevivência e de disputa.
O acordo União Europeia–Mercosul não inaugura apenas um novo corredor de oportunidades comerciais. Ele inaugura, sobretudo, um novo mapa de exigências — um conjunto de filtros técnicos, ambientais, reputacionais e regulatórios que passa a funcionar como “alfândega invisível” do século XXI. A Zona Franca de Manaus, que historicamente se construiu como solução nacional para um problema regional, precisa agora se preparar como solução regional para um problema global.