Tag: Seca extrema

A seca começou

"Será que a estratégia diplomática é mostrar o quanto é difícil morar na Amazônia? A cada vez que a seca começou a castigar a região, sentimos...

O Espírito Público e a Responsabilidade Coletiva na Condução da greve dos auditores fiscais

O Brasil não pode ser refém de uma paralisação que ameaça sua estabilidade econômica e sua posição no mercado global. A greve dos auditores exige soluções...

Crise hídrica no Amazonas: Rio Negro atinge maior nível da história

A crise hídrica no Amazonas é uma das mais severas já registradas, com o Rio Negro alcançando o menor nível desde o início dos...

Rio Solimões desaparece: seca o transforma em bancos de areia

A região do alto e médio rio Solimões, no Amazonas, enfrenta uma crise ambiental de proporções alarmantes. A seca histórica, somada às mudanças climáticas,...

Incêndios destroem cafezais em SP e atrasam colheita de 2027

Incêndios destroem lavouras de café em São Paulo e agravam crise na cafeicultura brasileira, já afetada pela estiagem prolongada desde o final de agosto Desde...

INMET alerta que onda de calor que atinge o Brasil se ampliará até o final de semana

O Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) estendeu um alerta vermelho, sinalizando perigo extremo, para 15 estados brasileiros e o Distrito Federal, prevendo que a...

Artigos populares

O rio além da draga – PARTE II – Antes da concessão, o rio e seus habitantes – Coluna Follow-Up

A concessão de uma hidrovia amazônica começa muito antes do leilão. Começa pelo reconhecimento de que o rio já possui usuários, economias, culturas e regras de convivência construídas ao longo de gerações. Um contrato pode organizar investimentos e cobrar por serviços comprovadamente entregues, mas sua legitimidade dependerá da capacidade de proteger a vida que precede a concessão e continuará no território depois dela.

Manaus, a cidade no coração da floresta que desaprendeu a respirar

Fumaça volta a cobrir a capital, expõe crianças e...

Trump já está interferindo na eleição brasileira?

“Da pressão sobre o STF às articulações bolsonaristas em...

O rio além da draga – PARTE I – Coluna Follow-Up

A mobilização das entidades do Amazonas para trazer os atores federais ao debate logístico merece ser reconhecida. Durante muito tempo, a navegação amazônica foi tratada em Brasília como uma facilidade concedida pela geografia: rios largos, extensos e aparentemente inesgotáveis dispensariam a disciplina de planejamento reservada às rodovias, ferrovias e portos. As secas de 2023 e 2024 expuseram o preço dessa ilusão. A presença recente do Ministério de Portos e Aeroportos, da Secretaria Nacional de Hidrovias e Navegação e do DNIT abre uma oportunidade que a região não deve desperdiçar. Para aproveitá-la, será preciso qualificar o debate e distinguir uma obra necessária em certos pontos de uma política capaz de organizar todo o sistema.