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Indústria 4.0: é o melhor que podemos fazer por nós mesmos 

A batalha é antiga, porém incessante. Dois desses programas estão rodando a duras penas e dependem da burocracia para decolar. Já poderiam ter alcançado as estrelas. Um deles é o de Bioeconomia - nossa vocação natural - e o outro, base da indústria 4.0, é Tecnologia da Informação e da Comunicação. Trata-se de uma teimosia fecunda e promissora saída, se nós, os nativos e os chegados, em mutirão, resolvermos fazer mais por nós mesmos. 

Bioeconomia e Tecnologia, eis o binômio de nossa retomada e evolução, diz Sandro Breval

Um dos mais importantes precursores do movimento da indústria 4.0 no Polo Industrial de Manaus, o pesquisador Sandro Breval(*), pós-doutor em Inovação Tecnológica, e um dos fundadores do portal Brasil Amazônia Agora, é um dos mais qualificados cérebros da Quarta Revolução que se apresenta no Amazonas. Integrante da organização da EXPOAMAZÔNIA BIO&TIC 2022, em junho próximo, ele prevê que “será um divisor de águas, a partir de nós mesmos, pelos conhecimentos e oportunidades que estaremos partilhando e sacramentando. O Brasil deixará de nos olhar apenas como seu fornecedor de receitas. Temos mais do que tributos para oferecer. Será que Brasília nos vê como pobres tecnologicamente e nos enxerga muito distantes para acessar parcerias? Longe é a China, a Amazônia está mais perto do que nunca, em busca apenas de conexão e interoperabilidade, para expansão de sua maturidade em amplos significados, direções e contribuições que podemos oferecer”.

Abolição Tecnológica no contexto do manda quem pode…

Nossa academia está pronta para oferecer soluções tecnológicas, consistentes, com reconhecimento científico, de mercado, e sobretudo nacional. Dia 13 de maio está chegando e há três décadas a Lei Áurea formalmente se esvaziou e, assim como o tacão da Acatech, o interesse da indústria do Amazonas, segue nas mãos de Brasília, seus caprichos, interesses e distância crônica de nossa realidade, demandas e direitos. Isto é, a serviço do famoso manda quem pode… Até quando?

A nova “blitzkrieg” alemã: Dez anos da Indústria 4.0

“A tecnologia avança e nos encontramos em um campo aberto de capim seco. Temos duas opções: ou dominamos com pesquisa, desenvolvimento e inovação, ou ela vira uma cobra coral. WAHL.”

Amazônia precisa de um Francis Low

“ A pista vai encurtar ainda mais, somente os mais rápidos, leves, preparados e competentes irão decolar. ”

O Exército laranja: o novo New Atlantics?

No passado recente, tínhamos fábricas cheias de verde por todos os lados, e nós de branco pelo decreto de Thiago. No porvir, verde, cinzas e nós rodeados de laranjas. Haverá girassóis?”

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