Tag: Samarco

Mariana: Vale não pode continuar recebendo recursos por hidrelétrica soterrada, decide STJ

Usina está parada há 5 anos, mas vem recebendo, mesmo assim, valores de compensação financeira. Prejuízos aos cofres públicos superam 420 milhões, diz Aneel. Vale informa que devolverá os valores recebidos

Mariana: cadastro de atingidos em tragédia será concluído em 8 meses

Passados quase sete anos da tragédia, diversas famílias ainda aguardam para serem indenizadas. Rompimento da barragem da Samarco aconteceu em novembro de 2015.

Vale anuncia descaracterização da sexta estrutura de barragem

A lista de estruturas da Vale submetidas à descaracterização tem 16 barragens, 12 diques e dois empilhamentos drenados. Em 2019, a mineradora anunciou a conclusão do primeiro processo.

Mariana: pesquisadores encontram metais tóxicos em peixes do Rio Doce

Na tragédia, cerca de 40 milhões de metros cúbicos de rejeito escoaram ao longo do Rio Doce, causando impactos socioambientais em Minas Gerais e no Espírito Santo.

Vale removerá mais famílias por causa de riscos em barragens

Em menos de uma semana, Vale anunciou novas remoções em dois municípios mineiros. Mineradora diz que cumprirá todos os protocolos recomendados ante a pandemia de covid-19.

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O rio além da draga – PARTE II – Antes da concessão, o rio e seus habitantes – Coluna Follow-Up

A concessão de uma hidrovia amazônica começa muito antes do leilão. Começa pelo reconhecimento de que o rio já possui usuários, economias, culturas e regras de convivência construídas ao longo de gerações. Um contrato pode organizar investimentos e cobrar por serviços comprovadamente entregues, mas sua legitimidade dependerá da capacidade de proteger a vida que precede a concessão e continuará no território depois dela.

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O rio além da draga – PARTE I – Coluna Follow-Up

A mobilização das entidades do Amazonas para trazer os atores federais ao debate logístico merece ser reconhecida. Durante muito tempo, a navegação amazônica foi tratada em Brasília como uma facilidade concedida pela geografia: rios largos, extensos e aparentemente inesgotáveis dispensariam a disciplina de planejamento reservada às rodovias, ferrovias e portos. As secas de 2023 e 2024 expuseram o preço dessa ilusão. A presença recente do Ministério de Portos e Aeroportos, da Secretaria Nacional de Hidrovias e Navegação e do DNIT abre uma oportunidade que a região não deve desperdiçar. Para aproveitá-la, será preciso qualificar o debate e distinguir uma obra necessária em certos pontos de uma política capaz de organizar todo o sistema.