Camilla Villard Duran (da Faculdade de Direito da USP) e Caio Borges e Gustavo Pinheiro (do Instituto Clima e Sociedade) ressaltaram que a efetividade das propostas depende de alterações regulatórias substanciais, bem como da ambição do próprio BC e da vigilância da sociedade civil.
Entre desafios logísticos, pressão internacional e transição climática, a indústria do Amazonas consolidou uma experiência singular de desenvolvimento associado à floresta em pé, com mulheres assumindo papel cada vez mais estratégico nos espaços de liderança, inovação e transformação regional.