Pesquisa global com CEOs de diversos setores realizada pela PwC revela que 37% das empresas brasileiras do agronegócio consultadas têm compromissos para zerar as emissões de...
Segundo a organização, "a queima de combustíveis fósseis está nos matando. As mudanças climáticas são a principal ameaça de saúde que a humanidade enfrenta".
O Banco Central publicou nesta 4ª feira (15/9) um conjunto de normas e portarias que regulamenta a gestão de riscos sociais, ambientais e climáticos...
Na semana passada, um grupo de organizações da sociedade civil (entre elas, o ClimaInfo) denunciou ao Ministério Público Federal (MPF) possíveis irregularidades no licenciamento ambiental de...
O PLC nº 080, aprovado por deputados, reduz em cerca de 220 mil hectares o território de duas unidades de conservação. PGE vê inconstitucionalidade e orienta governador ao veto
A mobilização das entidades do Amazonas para trazer os atores federais ao debate logístico merece ser reconhecida. Durante muito tempo, a navegação amazônica foi tratada em Brasília como uma facilidade concedida pela geografia: rios largos, extensos e aparentemente inesgotáveis dispensariam a disciplina de planejamento reservada às rodovias, ferrovias e portos. As secas de 2023 e 2024 expuseram o preço dessa ilusão. A presença recente do Ministério de Portos e Aeroportos, da Secretaria Nacional de Hidrovias e Navegação e do DNIT abre uma oportunidade que a região não deve desperdiçar. Para aproveitá-la, será preciso qualificar o debate e distinguir uma obra necessária em certos pontos de uma política capaz de organizar todo o sistema.