Empresas do Agro assumem metas de descarbonização, mas não remuneram executivos por isso

Pesquisa global com CEOs de diversos setores realizada pela PwC revela que 37% das empresas brasileiras do agronegócio consultadas têm compromissos para zerar as emissões de carbono.

Embora o resultado tenha ficado acima das médias nacional (27%) e global (22%), esses compromissos não estão atrelados a métricas de desempenho dos executivos, como acontece com outras metas de longo prazo, como as de satisfação do cliente e automação ou digitalização.

Apenas 13% dos executivos do agronegócio declararam possuir métricas de desempenho relacionadas com emissões de gases de efeito estufa, como remuneração variável e bonificações, atreladas ao compromisso. Quase metade (43%) revelou que a agenda está apenas na estratégia corporativa de longo prazo.

Os executivos também foram questionados sobre as principais ameaças a seus negócios neste ano. Para os executivos do agronegócio brasileiro, depois da instabilidade macroeconômica, a maior preocupação é com as mudanças climáticas. A pesquisa da PwC a foi notícia nos Globo RuralEstadão e Folha.

Ainda sobre o temor empresarial às mudanças climáticas, Sônia Favaretto analisa no Valor como os riscos ambientais (e climáticos) dominam os debates em Davos.

E já que falamos de metas de descarbonização: a Gerdau divulgou nesta terça (1/2) seu plano para reduzir em 11% suas emissões de CO2 até 2031 mediante maior uso de sucata e carvão vegetal, investimentos em energia renovável e eficiência energética. A empresa considera a meta arrojada, alegando que já atinge metade da média mundial de CO2 gerado no setor. O Valor traz os detalhes.

Fonte: ClimaInfo

Redação BAA
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Redação do portal BrasilAmazôniaAgora

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