É preciso eliminar definitivamente a linha de Tordesilhas que parece continuar dividindo o Brasil em duas partes: uma parte a conservar e integrar, a Amazônia, e uma parte que segue receitas convencionais de desenvolvimento.
Enquanto a eleição se ocupa do próximo mandato, o El Niño, o desmatamento e os eventos extremos já cobram do país uma fatura bilionária em alimentos, saúde, transporte, energia, educação e infraestrutura