É preciso eliminar definitivamente a linha de Tordesilhas que parece continuar dividindo o Brasil em duas partes: uma parte a conservar e integrar, a Amazônia, e uma parte que segue receitas convencionais de desenvolvimento.
Ele nos recorda uma lição simples e fundamental: o verdadeiro progresso continua sendo aquele que coloca o conhecimento a serviço das pessoas, da prosperidade e da floresta.