Tag: répteis

O enigma de Fernando de Noronha

Répteis de Fernando de Noronha, as cobras-cegas são fruto de odisseias marítimas e erupções vulcânicas

Quase 17 milhões de animais morreram nos incêndios de 2020 no Pantanal, revela estudo

Cientistas chegaram a essa estimativa realizando pesquisas de amostragem à distância, caminhando por trechos do Pantanal pouco depois dos incêndios e contando o número...

5 experiências no Sul da Amazônia para relaxar durante as férias

A melhor época do ano para se aventurar pela maior floresta tropical do mundo, aliás, é entre os meses de julho e agosto

Aves tropicais resilientes ao aquecimento

Em média, as espécies temperadas revelaram limites superiores de tolerância ao calor e à temperaturas extremas. Mas as espécies tropicais também se mostraram bem mais tolerantes ao calor do que o esperado.

Vida selvagem encolhe 68% em cinco décadas

A conclusão consta de um estudo do Fundo Mundial para a Natureza (WWF), que avaliou a situação de cerca de 20 mil populações selvagens dessas espécies.

Operação em Minas mira tráfico de aves, répteis e mamíferos silvestres

As ações se deram em parceria com a Polícia Rodoviária Federal, a Polícia Militar, da Polícia Civil, o Ibama, o IEF-MG e a Semad.

Artigos populares

O rio além da draga – PARTE II – Antes da concessão, o rio e seus habitantes – Coluna Follow-Up

A concessão de uma hidrovia amazônica começa muito antes do leilão. Começa pelo reconhecimento de que o rio já possui usuários, economias, culturas e regras de convivência construídas ao longo de gerações. Um contrato pode organizar investimentos e cobrar por serviços comprovadamente entregues, mas sua legitimidade dependerá da capacidade de proteger a vida que precede a concessão e continuará no território depois dela.

Manaus, a cidade no coração da floresta que desaprendeu a respirar

Fumaça volta a cobrir a capital, expõe crianças e...

Trump já está interferindo na eleição brasileira?

“Da pressão sobre o STF às articulações bolsonaristas em...

O rio além da draga – PARTE I – Coluna Follow-Up

A mobilização das entidades do Amazonas para trazer os atores federais ao debate logístico merece ser reconhecida. Durante muito tempo, a navegação amazônica foi tratada em Brasília como uma facilidade concedida pela geografia: rios largos, extensos e aparentemente inesgotáveis dispensariam a disciplina de planejamento reservada às rodovias, ferrovias e portos. As secas de 2023 e 2024 expuseram o preço dessa ilusão. A presença recente do Ministério de Portos e Aeroportos, da Secretaria Nacional de Hidrovias e Navegação e do DNIT abre uma oportunidade que a região não deve desperdiçar. Para aproveitá-la, será preciso qualificar o debate e distinguir uma obra necessária em certos pontos de uma política capaz de organizar todo o sistema.