Não há dúvidas de que precisamos concluir a rodovia para darmos um maior dinamismo econômico, social, político e estratégico para o Estado do Amazonas....
Professores e ex-alunos da unidade da USP, em São Paulo, ocuparam cargos em ministérios; programação comemorativa terá série de aulas magnas com personalidades do...
Antropólogo traça a história do “poder paralelo” no país, dos “esquadrões da morte” da ditadura à rede de grupos truculentos que, hoje, oprime favelas e se infiltrou na política. Há saídas — mas exigem redemocratizar instituições caducas
A mobilização das entidades do Amazonas para trazer os atores federais ao debate logístico merece ser reconhecida. Durante muito tempo, a navegação amazônica foi tratada em Brasília como uma facilidade concedida pela geografia: rios largos, extensos e aparentemente inesgotáveis dispensariam a disciplina de planejamento reservada às rodovias, ferrovias e portos. As secas de 2023 e 2024 expuseram o preço dessa ilusão. A presença recente do Ministério de Portos e Aeroportos, da Secretaria Nacional de Hidrovias e Navegação e do DNIT abre uma oportunidade que a região não deve desperdiçar. Para aproveitá-la, será preciso qualificar o debate e distinguir uma obra necessária em certos pontos de uma política capaz de organizar todo o sistema.