O estudo sobre as queimadas em 2024 indica que 24% do território brasileiro, uma extensão comparável à soma das áreas do Pará e do Mato Grosso, foi atingido por incêndios ao menos uma vez entre 1985 e 2024.
As queimadas devastaram cinco vezes mais floresta tropical primária em 2024 do que no ano anterior, agravando a crise climática e a perda de biodiversidade.
Embora o abate aéreo seja uma prática comum no controle de espécies invasoras como veados e porcos, essa foi a primeira vez que animais selvagens, como coalas, foram abatidos por razões de bem-estar.
Do total afetado pelas queimadas, 78% corresponde à vegetação nativa, com destaque para as formações campestres, que representaram 43% das áreas consumidas pelo fogo.
Florestas em estágio tardio de regeneração, que já haviam avançado no processo de recuperação após o desmatamento, necessitam de 19 a 29 anos para restaurar-se completamente após sofrerem incêndios florestais.
A agricultura regenerativa surge como uma resposta viável para tornar o agro mais sustentável, podendo gerar até US$ 100 bilhões em valor econômico e aumentar o PIB do Brasil em US$ 20 bilhões por ano até 2050.