No Amazonas, atuação vai até o dia 11 de novembro, em Humaitá, Lábrea, Apuí e Boca do Acre. Em Mato Grosso, agentes atuam em todo estado até o dia 2 de outubro.
A Política Nacional do Meio Ambiente (PNMA), a Constituição de 1988 e toda a legislação ambiental dão toda a fundamentação legal para a implantação no Brasil do desenvolvimento sustentável, de modo que os recursos naturais possam ser usados com parcimônia
“É bem verdade que temos anotado belas iniciativas de interpretação, valorização e sistematização de saberes que a Amazônia pode oferecer a sua gente e à humanidade. Estamos acompanhando com entusiasmo essa luz que tremula em meio ao horizonte sombrio do desmatamento e das queimadas.”
“Precisamos de projetos para a região, mas do que brechas para mais destruições. Chega de legalizar a grilagem e de achar normal as queimadas. Precisamos ficar indignados com a queimada e com o pasto improdutivo invadindo o Amazonas. Mais do que novos latifúndios, precisamos ter novas cadeias produtivas sustentáveis. Entre agosto/2020 até julho/2021 o Amazonas aumentou em 35,43% o desmatamento em relação ao ano anterior e 158% em relação a 2017/2018, segundo dados do INPE.”
Mais importante que a disputa judicial da Zona Franca é a oportunidade de reconstruir os vínculos entre os polos econômicos do país, conectando indústria, biodiversidade, tecnologia e inteligência nacional em favor de um futuro comum.