Governo esconde dados do aumento do desmatamento na fronteira agrícola onde mais cresce a produção de grãos
Faltavam poucas horas para a virada de 2022...
Julio Cesar Bogiani
Alexandre Cunha de Barcellos Ferreira
Ana Luíza Dias Coelho Borin
Valdinei Sofiatti e Fabiano José Perina
Os solos agrícolas, além de sustentarem a produção de...
Ministério da Infraestrutura prevê a geração de mais de 200 mil empregos, de forma direta, indireta e efeito-renda, ao longo dos contratos de arrendamento e concessões.
A mobilização das entidades do Amazonas para trazer os atores federais ao debate logístico merece ser reconhecida. Durante muito tempo, a navegação amazônica foi tratada em Brasília como uma facilidade concedida pela geografia: rios largos, extensos e aparentemente inesgotáveis dispensariam a disciplina de planejamento reservada às rodovias, ferrovias e portos. As secas de 2023 e 2024 expuseram o preço dessa ilusão. A presença recente do Ministério de Portos e Aeroportos, da Secretaria Nacional de Hidrovias e Navegação e do DNIT abre uma oportunidade que a região não deve desperdiçar. Para aproveitá-la, será preciso qualificar o debate e distinguir uma obra necessária em certos pontos de uma política capaz de organizar todo o sistema.