Fertilizantes são essenciais para o desenvolvimento da agricultura moderna, pois fornecem os nutrientes necessários para o crescimento saudável das plantas. Contudo, seu uso inadequado...
Um estudo apresentado no último final de semana trouxe revelações importantes sobre o desenvolvimento do câncer de pulmão, em especial a relação entre poluição atmosférica e...
Área de reserva do Instituto de Biociências deverá abrigar plataforma de exercícios, trilhas recreativas e locais de observação; projeto também calculará nível de preservação...
A mobilização das entidades do Amazonas para trazer os atores federais ao debate logístico merece ser reconhecida. Durante muito tempo, a navegação amazônica foi tratada em Brasília como uma facilidade concedida pela geografia: rios largos, extensos e aparentemente inesgotáveis dispensariam a disciplina de planejamento reservada às rodovias, ferrovias e portos. As secas de 2023 e 2024 expuseram o preço dessa ilusão. A presença recente do Ministério de Portos e Aeroportos, da Secretaria Nacional de Hidrovias e Navegação e do DNIT abre uma oportunidade que a região não deve desperdiçar. Para aproveitá-la, será preciso qualificar o debate e distinguir uma obra necessária em certos pontos de uma política capaz de organizar todo o sistema.