Adotar esses parâmetros significa direcionar recursos de P&D&I para a produção de alimentos, de medicamentos e de cosméticos, pois nosso banco genético tem soluções surpreendentes para cada um desses setores. Vale lembrar que todos esses segmentos estão previstos nos programas prioritários de Bioeconomia, estipulados pelo governo federal através da Suframa, órgão gestor da contrapartida fiscal e da promoção de investimentos.
Com o discurso federal de novos impostos, sob a desculpa de compensações tributárias prováveis a setores x e y, a história deste hospício fiscal não vai ter fim.
“Não reconhecemos as causas do problema de miséria em meio a um potencial de riqueza tão grande. Alguns de nós sequer percebem que temos miséria. Está na hora de começar a mudar esta condição”.
Se o governo cumprir o que prometeu hoje (21 de julho de 2020) e enviar a futura proposta relativa ao Imposto sobre Produtos Industrializados – IPI, talvez nem conta seja preciso ser feita. Uma eventual mudança e extinção do IPI poderá ser fatal para um modelo que luta todos os dias em dizer: “eu ajudo a preservar a Amazônia e dou dignidade a sua gente!”.
Paulo Guedes, anunciou as novas medidas para retomar a produção industrial do Brasil. Só não mencionou uma única vez o Polo Industrial de Manaus, a terceira planta mais importante do país.
É necessário, mais do que nunca, cultivarmos a coragem, que Raquel de Queiroz descreveu bem na sua obra “Memorial de Maria Moura”: “Eu vou lá morro e pronto, se não for, morrerei muito mais”.