Sobre o segmento do turismo, Périco espera que, daqui 15 ou 20 anos, o Estado ofereça outras atividades para ir além dos muros da capital e levar dignidade, emprego e renda para a população no interior.
Caracterizando e definindo o que é desenvolvimento para a região, e admitindo a realidade de seu ambiente físico e social, se poderá desenvolver a Amazônia, mas do seu jeito.
Para Wilson Périco, novas matrizes econômicas poderiam tornar a Zona Franca mais independente em relação às decisões de Brasília, com maior poder de autonomia para ditar os rumos do desenvolvimento regional. “´É hora de buscar novas opções para fortalecer a indústria”, afirmou.
A Coimpa iniciou suas operações em 1973 e, desde então, passou por diversas transformações e atualizações para otimizar suas atividades no Polo Industrial de Manaus (PIM).