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1 a cada 3 lares no Ceará enfrentam dificuldades para obter comida, aponta IBGE

Segundo uma nova pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgada nesta quinta-feira, cerca de 1,1 milhão de lares no Ceará vivenciam...

Regiões com maior concentração de população negra têm menos acesso à energia elétrica

Mapeamento do Instituto​ Pólis demonstrou que a distribuição de energia elétrica nos domicílios do Brasil segue um padrão de raça e classe. A notícia é...

Pnad Contínua pesquisará percepção do brasileiro sobre segurança

Devem participar do levantamento de informações cerca de 2 mil agentes de coleta do IBGE, que realizarão entrevistas em 210 mil lares em todo o país.

Alta do emprego no Centro-Oeste e Sudeste puxam queda da desocupação

O aumento da população ocupada no país em 2,5% no segundo trimestre de 2021 e a consequente queda no desemprego para 14,1% foram puxadas pelas altas na ocupação...

Taxa de informalidade no mercado de trabalho sobe para 40%, diz IBGE

A taxa de informalidade no mercado de trabalho do país subiu para 40% da população ocupada no trimestre finalizado em maio de 2020. O...

Comércio movimenta R$ 12 bilhões em produtos incentivados no AM nos cinco primeiros meses de 2021

Dados do Sistema de Mercadoria Nacional (SIMNAC) da Suframa apontam que, de janeiro a maio deste ano, a movimentação registrada representa 50% de todo...

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“Da pressão sobre o STF às articulações bolsonaristas em...

O rio além da draga – PARTE I – Coluna Follow-Up

A mobilização das entidades do Amazonas para trazer os atores federais ao debate logístico merece ser reconhecida. Durante muito tempo, a navegação amazônica foi tratada em Brasília como uma facilidade concedida pela geografia: rios largos, extensos e aparentemente inesgotáveis dispensariam a disciplina de planejamento reservada às rodovias, ferrovias e portos. As secas de 2023 e 2024 expuseram o preço dessa ilusão. A presença recente do Ministério de Portos e Aeroportos, da Secretaria Nacional de Hidrovias e Navegação e do DNIT abre uma oportunidade que a região não deve desperdiçar. Para aproveitá-la, será preciso qualificar o debate e distinguir uma obra necessária em certos pontos de uma política capaz de organizar todo o sistema.