Investigações recentes expõem como grandes petrolíferas enganaram o público sobre a reciclagem de plásticos, contribuindo para uma crise ambiental global, enquanto consumidores são expostos a ingestão de quantidades alarmantes de resíduos plásticos.
Estudo revela que 170 trilhões de partículas de lixo plástico nos oceanos levam caranguejos eremitas a adotar tampas de embalagens como abrigos ao invés de conchas, suscitando questões sobre impactos evolutivos e ambientais.
Debate no Glocal Experience, destaca a urgência de enfrentar a poluição pelo plástico, com foco na economia circular e regulamentações, envolvendo especialistas, ativistas e catadores.
Após o impacto do vídeo de uma tartaruga com um canudo plástico na narina, surgiu um movimento global para substituir esses produtos por alternativas ecológicas como os canudos de papel. Entretanto recentes estudos questionem a segurança de algumas dessas alternativas.
Diante a crescente preocupação com a poluição de plástico no mundo, e os achados de microplástico dentro de organismos humanos e alimentos, a iniciativa - fruto da colaboração da WTT e do Programa Prioritário de Bioeconomia, o PPBio, gerenciado pelo Idesam - está criando um novo produto a partir da castanha-do-Brasil: o bioplástico da Amazônia.
A nova medida visa reduzir a poluição ambiental causada pelas sacolas plásticas, incluindo os biodegradáveis, promovendo alternativas sustentáveis e reutilizáveis.