Manaus, a metrópole encravada na maior floresta tropical do mundo, vive um paradoxo climático e civilizatório: é uma cidade sem árvores. Não que faltem espécies — ao contrário, a Amazônia abriga mais de 16 mil tipos diferentes de árvores, catalogadas ao longo de décadas por pesquisadores do INPA, cuja coleção botânica é uma das maiores do país. O que falta é decisão política, visão urbanística e sensibilidade cultural para traduzir essa riqueza em infraestrutura verde.
“Vamos discutir soluções, alinhar procedimentos e buscar análises que simplifiquem o processo e atendam quem mais precisa, no caso o morador dessas unidades que teve sua deficiência de habitação atendida e agora precisa fechar o ciclo com a documentação, tendo a propriedade reconhecida”, explicou o diretor-presidente do Implurb, engenheiro Carlos Valente.