“Cada real recolhido pela indústria deve se converter em resultado mensurável para a população. Sem isso, os bilhões continuarão sendo apenas números. Com isso,...
“Com investimentos direcionados e uma visão de longo prazo, a economia da Amazônia pode se tornar um exemplo mundial de como a tecnologia e a bioeconomia podem caminhar juntas, gerando oportunidades e prosperidades, enquanto protege e o meio ambiente.”
O plantio e cultivo de árvores de espécies nativas brasileiras para uso econômico – a silvicultura de nativas – é uma importante oportunidade para o desenvolvimento econômico do Brasil. De um lado, é uma atividade que gera emprego, renda e divisas para o país, e do outro, tem grandes benefícios ambientais, como a absorção de carbono da atmosfera, melhoria da qualidade do solo e da água e a redução da pressão do desmatamento e degradação de florestas naturais.
“Quando falamos em proteína alternativas, significa alternativas para as proteínas de origem animal. Trabalhamos para promover três tecnologias e uma delas, que é o objetivo desse edital, são as proteínas vegetais, ou melhor, feitas de plantas. Para começar, selecionamos quatro espécies nativas da Amazônia: o babaçu, a castanha-do-Brasil, o cupuaçu e o guaraná. Queremos agregar valor a esses produtos”, revelou a engenheira Katherine de Matos, do Good Food Institute Brasil (GFI)
“Fomos nós que fizemos tudo para sermos esquecidos apesar desta cara de pidão, ou de frustração, que permanece em cada um de nós, patologicamente alcançados pela síndrome do vira-lata”.
Com a maior rede hidrográfica do planeta e uma biodiversidade aquática extraordinária, o país está no centro desse debate. Ao mesmo tempo, enfrenta desafios conhecidos: saneamento insuficiente, poluição por mineração, expansão agrícola e impactos das mudanças climáticas. A Amazônia, por exemplo, já apresenta sinais de contaminação por plásticos e outros poluentes, evidenciando que nem mesmo regiões consideradas remotas estão imunes