Fabricantes do Polo Industrial de Manaus produziram 1,41 milhão de unidades em 2022
Abraciclo prevê crescimento de 9,7% da produção em 2023
As fabricantes instaladas no...
A Abraciclo – Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares – promoveu em 23 de agosto o 1º. Encontro Empresarial Abraciclo...
“Sem estimular o avanço tecnológico - que começa com o incentivo da Indústria de componentes e sua inserção numa nova cadeia ocidental, continental ou preferencialmente nacional/regional - iremos a lugar algum. Não significa desestimular a economia do Centro-Oeste, pelo contrário, devemos criar alternativas coerentes com a indústria da Amazônia, instalada, capacitado e disposta a inovar e reinventar seu perfil”.
Abraciclo
Assim, não precisaríamos de um centavo a mais do que aquele que é produzido na Amazônia com sustentabilidade, ou seja, no paradigma socioambiental e desenvolvimento integral. Essa é a pauta da hora e a razão emergencial para sugerir ao eleitor os votos da região em favor da cidadania e da prosperidade social de nossa Amazônia.
A mobilização das entidades do Amazonas para trazer os atores federais ao debate logístico merece ser reconhecida. Durante muito tempo, a navegação amazônica foi tratada em Brasília como uma facilidade concedida pela geografia: rios largos, extensos e aparentemente inesgotáveis dispensariam a disciplina de planejamento reservada às rodovias, ferrovias e portos. As secas de 2023 e 2024 expuseram o preço dessa ilusão. A presença recente do Ministério de Portos e Aeroportos, da Secretaria Nacional de Hidrovias e Navegação e do DNIT abre uma oportunidade que a região não deve desperdiçar. Para aproveitá-la, será preciso qualificar o debate e distinguir uma obra necessária em certos pontos de uma política capaz de organizar todo o sistema.