“Todas essas nuances, entretanto, deveriam ser uma pauta do Conselho da Amazônia dentro das diretrizes formuladas por Hamilton Mourão, o vice-presidente da República, um general de sangue indígena, que tem a oportunidade de apresentar ao país essa Amazônia, até aqui sem rosto, que carece de integração, respeito e oportunidades”.
Mais importante que a disputa judicial da Zona Franca é a oportunidade de reconstruir os vínculos entre os polos econômicos do país, conectando indústria, biodiversidade, tecnologia e inteligência nacional em favor de um futuro comum.