“Temos alguns caminhos para assegurar essa mobilização tão essencial. Um deles é atuar mais fortemente no Pró-Amazônia, uma iniciativa do setor privado que tem uma pauta amazônica robusta de envolvimento dos atores regionais, especialmente em termos de infraestrutura.”
Segundo o ministro, a extensão do auxílio seria mais “focalizada” e atenderia 32 milhões de brasileiros, pouco menos da metade dos 67,9 milhões de pessoas que receberam o benefício em 2020.
“A arrecadação é um dos indicadores do ritmo de crescimento da economia brasileira. A economia brasileira voltou em V [forte queda seguida de forte alta]”, declarou o ministro.
“Decididamente, palavras o vento leva, e é bom que seja assim quando o discurso e as atitudes são discrepantes.”
Nelson Azevedo (*)_________________________
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