Esta é a 1ª vez que Pequim sinaliza com ações para descarbonizar sua economia nas próximas décadas, em sintonia com as mudanças defendidas pela ONU para contenção do aquecimento global.
“Em todo o mundo cresce uma legítima pressão pelo direito de saber a origem e as condições de produção daquilo que consumimos. Ninguém quer comprar produtos feitos em condições humanas degradantes, por exemplo. Tampouco aceita-se que a produção seja feita às custas do meio ambiente”
O ataque à ONU aconteceu um dia antes da abertura da Assembleia Geral da ONU, que aconteceu hoje, terça-feira, 22, com um discurso do Bolsonaro pela manhã.
A indústria do Amazonas, através de suas entidades de classe, ensaiou com muito acerto e bons resultados, essa obviedade operacional, segundo a qual juntos somos mais fortes.