Segundo ele, o negacionismo econômico se manifesta por meio da recusa em aceitar que uma reestruturação da economia global seja viável ou desejável para enfrentar a crise climática.
Muitas vezes visto como 'necessário' para evolução da ciência, o negacionismo climático, na verdade, é um entrave no combate à crise climática global e se fortalece por razões tanto ideológicas, quanto econômicas.
Os limites da dragagem e os riscos das concessões convergem para a construção, antes das obras, de uma política de transportes economicamente viável, politicamente correta, socialmente justa e ambientalmente sustentável. A sugestão habitual e sempre nova é do amazonólogo Samuel Benchimol.