Estamos falando do artigo publicado nesta segunda-feira, 27 de junho, pelo jornal o Estado de São Paulo, sobre a Zona Franca de Manaus em busca de um futuro. Escrito pelos empresários Horacio Lafer Piva, Pedro Passos e Pedro Wongtschowski, parceiros na gestão da Natura, o texto padece de algumas distorções que precisam ser explicitadas:
A Amazônia é importante para todo o planeta – a floresta influencia o equilíbrio ambiental da Terra, concentra um quinto da água doce do mundo e é uma das regiões mais biodiversas, com 20% de todas as espécies de animais. Muita dessa riqueza está no Brasil. A Amazônia Legal ocupa 60% do território brasileiro, mas só contribui com cerca de 8% do produto interno bruto do país. Com mais de 25 milhões de habitantes, a região sofre com pressões de atividades econômicas predatórias e ilegais que ameaçam a maior floresta tropical do mundo. É preciso criar alternativas econômicas viáveis para melhorar a qualidade de vida das populações amazônicas, conservando a biodiversidade e os recursos naturais da floresta.
O atual cenário global de destruição das florestas tropicais e mudanças no clima tem levado as sociedades a pensar com urgência em novos caminhos de desenvolvimento que contemplem a proteção da biodiversidade e as demandas sociais. A Amazônia aparece com destaque nessa discussão. A região abriga as maiores diversidades biológicas e culturais do mundo, responsáveis por garantir serviços ecossistêmicos fundamentais para o bem estar da humanidade, incluindo a regulação do clima e do regime de chuvas.
A partir do conhecimento inicial dos povos originários, os químicos e cosmetólogos exploram as propriedades dos ativos. Hoje, podemos aplicar os insumos amazônicos nos cosméticos para aprimorar as formulações. Inclusive, já são aplicados em cosméticos por várias empresas que enxergaram a imensidão dos ativos amazônicos.
A importância ecológica das borboletas na Amazônia envolve polinização, cadeia alimentar e monitoramento ambiental, essenciais para o equilíbrio da floresta.