“A elaboração do projeto Amazônia 4.0, com as redes privativas de velocidade 5G, precisa recompor o mapa dessa biodiáspora do banco de germoplasma amazônico. Algo parecido foi iniciado em 2020 na Escola Politécnica da Universidade de São Paulo. Lá os pesquisadores utilizaram tecnologias blockchain, automatização de máquinas, big data e computação em nuvem. Coisas que o 5G vai exponenciar“
Desenvolver, sem desmatar a floresta é nosso compromisso sagrado. O que nos precisamos é de recursos para qualificar massivamente nossos jovens, construirmos parques tecnológicos de informação, comunicação e biotecnologia. Esta é a maneira mais viável de promover o exercício da cidadania e o desenvolvimento socioeconômico e industrial de que a Amazônia e o Brasil precisam.
“É imperativo, portanto, debater, aproximar, disseminar a informação, reduzir a burocracia do proibicionismo, pois está provado que o fomento ao empreendedorismo é mais efetivo e producente, tanto para promover a sustentabilidade como a prosperidade.”