Mais uma vez está subjacente a ideia de renúncia fiscal. As confusões diárias fabricada pelos ditames eleitorais não lhe permitiram descobrir que só existe renúncia fiscal nos gráficos da Receita Federal. Numa aula trivial da Universidade de Chicago o ministro teria dificuldades em demonstrar que há renúncia fiscal na Zona Franca de Manaus. Com toda razão. Não há renúncia muito menos existe um centavo de gasto público no Polo Industrial de Manaus
Testemunha e parte integrante dessa liturgia construtiva, junto-me aos demais atores dessa história bela e teimosa de edificação da economia da Zona Franca de Manaus. Nem sempre compreendida nem respeitada em seus propósitos, direitos e contribuições. Foi preciso - e com muita frequência - desviar o melhor de nossa energia para desfazer equívocos, remover a maledicência, destacar os resultados de nossa obstinação colaborativa para gerar oportunidades de emprego e renda e assim atuar – dia após dia – na redução das desigualdades regionais de um país tão rico e tão injusto com as regiões mais pobres da Federação. Por isso o desrespeito nos constrange e aborrece.
Para concorrer a uma das vagas disponíveis ou receber orientação de Cadastro, Carteira de Trabalho Digital e Seguro-Desemprego, os cidadãos devem realizar o agendamento e comparecer ao posto escolhido no dia e hora marcados, portando o comprovante de vacinação (covid-19), currículo e documentos pessoais (RG, CPF, PIS, CTPS, comprovante de escolaridade e residência).
Cuidemos da ZFM porque ela ajuda o amazônida ainda não suficientemente estruturado para alavancar sozinho sua economia. Cultivemos e cuidemos do PIM porque ele é a base da ZFM. O jogo hoje é ganha-ganha; no Day After terá perdedores.
“E nesse contexto, baseado no prestígio internacional que as organizações do Observatório da BR-319 desfrutam, vamos ser sensatos: a rodovia precisa voltar a funcionar urgentemente e ser monitorada insistentemente para evitar o desmatamento letal. Ela não é o problema e pode ser a solução para evitar o desmatamento. Sim, pra isso mesmo, para obrigar o Poder Público a cumprir seus compromissos com a comunidade internacional na COP-26, Glasgow- outubro 2021, de zerar o desmatamento até 2030. Só faltam oito anos, a chance que temos de recompor o protagonismo ambiental que deixamos escapar pela insensatez da gestão ambiental da Amazônia ora em curso. Ou será que existe alguma maneira de proteger o bem natural que não seja atribuir-lhe uma função econômica?”