A economia da floresta em pé é, por definição, uma economia de prazo longo. Ela exige investimento contínuo, qualificação, logística estável, pesquisa, financiamento paciente e, sobretudo, capacidade de fazer a prosperidade chegar aos rios, às estradas e aos municípios distantes — onde o custo de produzir legalmente ainda é alto demais para muita gente.
“O alerta trazido pela FIEAM é direto (e tecnicamente coerente): se a desgravação tarifária para bens europeus ocorrer em ritmo inadequado, setores tradicionais do...
Esse é o ponto central desta reflexão sobre o Norte que não pode continuar sendo tratado como infraestrutura do Brasil sem ser tratado como Brasil. Quando o país usa o Norte como corredor, ele o chama de estratégico. Quando o Norte exige integração, o país o chama de problema. Essa é a agonia do paradoxo
Conheça a história da seringueira, que transformou Manaus em uma das cidades mais ricas do mundo, mas também aprofundou desigualdades que ainda persistem. Hoje,...
Quando uma manchete vira meme fiscal, o dado se transforma em arma ideológica. É o que volta a acontecer com a recente coluna “COP em Belém e bilhões para ar-condicionado em Manaus” — mais um capítulo da longa tradição de desinformação que criminaliza a Amazônia e seus instrumentos legítimos de desenvolvimento.
A economia da floresta em pé é, por definição, uma economia de prazo longo. Ela exige investimento contínuo, qualificação, logística estável, pesquisa, financiamento paciente e, sobretudo, capacidade de fazer a prosperidade chegar aos rios, às estradas e aos municípios distantes — onde o custo de produzir legalmente ainda é alto demais para muita gente.