Não obstante todos esses problemas climáticos, é imprescindível que não nos descuidemos de continuar insistindo na implementação de uma política industrial forte, que nos dê condições de desenvolvimento em bases mais modernas. Com esse pensamento, a CNI, junto de federações e associações industriais entregaram a Declaração pelo Desenvolvimento da Indústria e do Brasil a ministros do governo.
“Investimentos em ações de resiliência, junto com uma abordagem proativa para a gestão de mudanças climáticas, são indispensáveis para garantir a estabilidade econômica da região e do país. As lições aprendidas com as enchentes devem moldar não apenas a recuperação pós-tragédia, mas também a preparação para futuros desafios ambientais e econômicos”
Atento e participativo nos desafios da infraestrutura logística na Amazônia, o professor Augusto Cesar Barreto Rocha oferece uma visão crítica e profunda sobre o problema. É eloquente sua percepção dos obstáculos enfrentados: culturais, propositais e circunstanciais. E sua clareza é contundente: “o Brasil, historicamente, não tem integrado a Amazônia como parte essencial da nação”. Falta vontade política e sobra visão econômica predatória de quem prefere explorar a desenvolver a região.
O camu-camu, fruto amazônico que possui 100 vezes mais vitamina C que um limão, enfrenta desafios em sua cadeia produtiva, mas estudos recentes apontam grandes oportunidades para seu desenvolvimento e comercialização tanto no mercado brasileiro quanto internacional.
"O competente CATE está com a nobre missão de tentar impedir a mais prejudicial das estiagens, a “fiscal” da ZFM. O píer do Chibatão não poderá interferir neste processo, e a sua solução para a estiagem dos rios perderá o sentido se a “estiagem fiscal” se instalar."
“Esta iniciativa destaca a importância da inovação e da parceria na superação dos desafios logísticos na Amazônia, e também serve como um exemplo de como os empreendimentos na região, apesar de desafiadores, tornam todos os envolvidos mais fortes e criativos”
A transição do sistema tributário brasileiro desloca o debate amazônico da defesa dos incentivos para uma questão mais ampla e mais difícil: qual projeto econômico, territorial e fiscal poderá sustentar o Amazonas nas próximas décadas