Produção de bicicletas cresce 3,1% na comparação com fevereiro e 6,9% em relação ao mesmo mês do ano passado
As fabricantes de bicicletas instaladas no...
De acordo com Marcos Fermanian, presidente da ABRACICLO, houve redução de produção, por conta as limitações impostas pela segunda onda do coronavírus em Manaus....
A mobilização das entidades do Amazonas para trazer os atores federais ao debate logístico merece ser reconhecida. Durante muito tempo, a navegação amazônica foi tratada em Brasília como uma facilidade concedida pela geografia: rios largos, extensos e aparentemente inesgotáveis dispensariam a disciplina de planejamento reservada às rodovias, ferrovias e portos. As secas de 2023 e 2024 expuseram o preço dessa ilusão. A presença recente do Ministério de Portos e Aeroportos, da Secretaria Nacional de Hidrovias e Navegação e do DNIT abre uma oportunidade que a região não deve desperdiçar. Para aproveitá-la, será preciso qualificar o debate e distinguir uma obra necessária em certos pontos de uma política capaz de organizar todo o sistema.