Após três anos do anúncio do presidente Donald Trump sobre os planos de abandonar o Acordo de Paris, os Estados Unidos estão oficialmente fora do pacto climático global a partir de hoje.
Esta terça-feira é dia de eleição nos Estados Unidos. Se há alguma coisa que podemos ensinar ao mundo, é como organizar uma eleição. Hoje, no Brasil, antes do fim do dia de votação, já temos os votos contados e os resultados definidos, ou quase.
Para quem sabe da gravidade da crise climática, é evidente que não é apenas a Casa Branca que está em jogo na votação, mas sim o futuro do esforço global para se conter o aquecimento do planeta e evitar as piores consequências da mudança do clima
Em entrevista, candidato do Partido Democrata disse que pretende “reunir o mundo” para decidir sobre “consequências econômicas significativas” caso o governo de Bolsonaro não se responsabilize pela proteção da floresta
Com quase 30 anos de experiência em relações Brasil-EUA e passagens pelos principais cargos do Itamaraty no país, Nestor Forster costuma dizer que "políticos têm uma linguagem, diplomatas outra e jornalistas, uma terceira"
No Brasil, os riscos para os negócios brasileiros no exterior já vem sendo analisados por empresários e consultores, e está claro que uma eleição de Biden irá aumentar os problemas.
Com a maior rede hidrográfica do planeta e uma biodiversidade aquática extraordinária, o país está no centro desse debate. Ao mesmo tempo, enfrenta desafios conhecidos: saneamento insuficiente, poluição por mineração, expansão agrícola e impactos das mudanças climáticas. A Amazônia, por exemplo, já apresenta sinais de contaminação por plásticos e outros poluentes, evidenciando que nem mesmo regiões consideradas remotas estão imunes