O tempo urge, nossa independência chega ao bicentenário e a economia da Amazônia tem tudo para contribuir nos fundamentos da economia sustentável e inovação tecnológica da nova e exuberante civilização brasileira.
O gás é resultante da decomposição de resíduos orgânicos e gera energia térmica, elétrica e veicular de forma limpa e com redução de custos e impactos ao meio ambiente
O maior risco de não aproveitar mais esta novidade, é um distanciamento ainda maior das sociedades mais desenvolvidas, porque estamos parados no tempo no que diz respeito à adoção de novas ferramentas que dependam do esforço local. Soluções em que os usuários tirem proveito das redes 4G ainda não são percebidas de maneira ampla, pois isso depende de profissionais letrados na engenharia e no software que comandam as telinhas dos usuários.
Entre os elementos constitutivos do Custo Brasil, nosso maior fator de afastamento de investidores, estão as dificuldades estruturais, burocráticas, trabalhistas e, é claro, econômicas – trabalhar cinco meses por ano para o governo não dá - que atrapalham o crescimento do país.
O tema do momento é a 26ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (COP26), que encerra oficialmente hoje, em Glasgow, na Escócia. Nas negociações e nas falas, inclusive de diversos governadores brasileiros que participaram do evento, os investimentos em bioeconomia são fundamentais para que os países consigam cumprir os acordos firmados, principalmente na redução das emissões de gases de efeito estufa (GEE).
O ‘Global ESG Disclosure Standards for Investment Products’ estabelece parâmetros que permitem comparação entre produtos para separar maçãs de laranjas
A importância ecológica das borboletas na Amazônia envolve polinização, cadeia alimentar e monitoramento ambiental, essenciais para o equilíbrio da floresta.