As instituições financeiras consultadas pelo Banco Central (BC) elevaram novamente a projeção para o crescimento da economia brasileira este ano de 5,05% para 5,18%....
Não basta pagarmos as taxas portuárias mais absurdas, pagarmos as mesmas tarifas federais praticadas nas demais regiões do país, a despeito de sermos uma região com a mais precárias infraestrutura no Brasil. O que diz a Lei? Será que o estatuto legal ainda importa? Até quando estaremos sujeitos a essa anarquia generalizada? Precisamos reagir. Não somos cidadãos de segunda categoria
Lançado em fevereiro, o Relatório Dasgupta postula que a ciência econômica deve começar a mensurar a conservação da biodiversidade – e a Amazônia tem muito a...
O presidente Joe Biden disse uma vez a famosa frase: “Não me diga o que você valoriza, mostre-me seu orçamento e eu direi o que você valoriza. ” A frase é mais verdadeira do que nunca para um número cada vez maior de pessoas, em especial entre as mulheres.
A TNC Brasil apresentou neste mês um novo guia para orientar instituições financeiras para práticas mínimas e ações complementares para garantir que o crédito concedido à...
Entrevistado do mês, o economista Roberto Dumas traz um panorama sobre a discussão socioambiental no mercado financeiro brasileiro e aponta para a necessidade de presidentes e conselhos de administração de bancos olharem o tema, como forma de não perder o lucro
A concessão de uma hidrovia amazônica começa muito antes do leilão. Começa pelo reconhecimento de que o rio já possui usuários, economias, culturas e regras de convivência construídas ao longo de gerações. Um contrato pode organizar investimentos e cobrar por serviços comprovadamente entregues, mas sua legitimidade dependerá da capacidade de proteger a vida que precede a concessão e continuará no território depois dela.
A mobilização das entidades do Amazonas para trazer os atores federais ao debate logístico merece ser reconhecida. Durante muito tempo, a navegação amazônica foi tratada em Brasília como uma facilidade concedida pela geografia: rios largos, extensos e aparentemente inesgotáveis dispensariam a disciplina de planejamento reservada às rodovias, ferrovias e portos. As secas de 2023 e 2024 expuseram o preço dessa ilusão. A presença recente do Ministério de Portos e Aeroportos, da Secretaria Nacional de Hidrovias e Navegação e do DNIT abre uma oportunidade que a região não deve desperdiçar. Para aproveitá-la, será preciso qualificar o debate e distinguir uma obra necessária em certos pontos de uma política capaz de organizar todo o sistema.