Em novo relatório publicado nesta sexta, se expos a realidade que a estrutura energética do Brasil ainda é inadequada para o que as mudanças climáticas reservam. Diversificação da matriz energética é estratégia essencial.
“Redução das desigualdades regionais e precificação dos serviços ambientais são duas bandeiras fundamentais para manter e fortalecer a economia da Amazônia que emite NFE, que exigem aplicação regional dos recursos gerados pela ZFM, e sua diversificação para uma economia decididamente verde. Ou há outra saída?”
Todos agora falam que o futuro será do hidrogênio verde, e o Brasil é o país com maiores condições de liderar essa geração. A extração do hidrogênio hoje é feita principalmente usando formas poluentes como carvão e petróleo, mas já existe tecnologia para que essa geração seja feita através de energias renováveis, principalmente a água. Mas nosso destino provavelmente será o de importar também esses equipamentos.
Em tempos de reforma fiscal, e de anúncios oficiais da transição industrial para uma economia coerente com a vocação natural da região, é preciso dizer que os caminhos sugeridos não são novidade, como também não são incompatíveis com os caminhos trilhados até aqui com mérito e louvor.