De 2010 até os dias hoje, Manaus ganhou em média 17 mil pessoas por ano. As consequência deste ‘boom’ populacional, são o aumento expressivo de moradias precárias, em áreas irregulares, quase sempre nas periferias da capital, sem acesso ao serviço básico de saneamento.
Ao assinar a proposta do Documento que propõe manutenção de empregos e proteção florestal, Luiz Augusto Barreto Rocha e Marcos Bento, CIEAM e ABRACICLO, respectivamente, priorizam aproveitar essa extraordinária oportunidade propiciada pela agenda de reforma tributária para iniciarmos, efetivamente, a construção de uma nova Zona Franca de Manaus (ZFM), com novas metas, nova governança e novas formas de financiamento. Esperamos que nossas contribuições ajudem a construir um país mais eficiente, mais sustentável e mais inclusivo.
“Uma história digna e atrelada ao desenvolvimento regional, capaz de pensar e agir simultaneamente aos interesses reais da cidadania e da economia. Uma lembrança de onde e como tudo começou e um paradigma a adotar.”
“Só assim, com o avanço de contar com liderança inequívoca de mais mulheres nas funções decisivas da entidade, sob o imperativo da transparência e consistência de metas e condutas, dinamização constante das comissões setoriais, vamos atuar dentro de nossas atribuições e demandas coletivas de infraestrutura, de acatamento ao estatuto legal, assegurando a segurança jurídica e a aplicação local e regional dos ativos consignado por nossos investimentos e colaboradores. De quebra, vamos conduzir com mais fluidez e clareza a comunicação daquilo que fazemos, com a necessária resiliência e insistência, posto que a responsabilidade social da indústria é, definitivamente, a geração de empregos e oportunidades na direção da prosperidade regional.”
Parlamentar brilhante na defesa da Amazônia e da ZFM, de 2011 a 2015, Rebecca Garcia vem de uma familia empreendedora, com relevantes serviços prestados ao desenvolvimento regional em diversos setores da economia. Titular da Suframa de 2015 a 2017, Rebecca conseguiu avançar na autonomia financeira e administrativa da autarquia, e incentivar ações, programas e projetos em economia verde por toda a Amazônia Ocidental, mais o Amapá. Com larga vivência em Brasília, reconhece que o Brasil federal permanece de costas para a Amazônia, onde estão os ativos que podem empinar o desenvolvimento nacional.
No retorno ao setor privado, na área de equipamentos e componentes eletrônicos, a GBR da Amazônia, resolveu conhecer, planejar e empreender em Bioeconomia. Ou seja, além de direcionar as verbas de P&D de sua empresa para o PPBio, Programa Prioritário de Bioeconomia da Suframa, gerenciados pelo IDESAM, implantou uma empresa fincada na biodiversidade amazônica. Confira a entrevista exclusiva.