“Some-se a esse manicômio fiscal existente, as mazelas da educação pública, o baixo investimento em pesquisa, as filas dos equipamentos públicos e a multidão dos esfarrapados que depende dos serviços sociais para sobreviver. Tudo isso, misturado e bombardeado por uma violência sem precedentes, crescimento do crime organizado, entre outras feridas difíceis de debelar. O relator da Reforma Tributária deixa claro em seus depoimentos que os resultados dessa iniciativa vão representar um novo momento de transformação na direção de um Brasil melhor.”
“Hoje o prioritário é ter um foco claro nas pessoas e na redução das desigualdades regionais, nossa grande responsabilidade e oportunidade. Precisamos parar de apagar incêndios dos entraves da competitividade e da insegurança jurídica e começar a fazer obras de longo prazo, inserir efetivamente a ZFM e a Amazônia Ocidental no PAC 2023, para que todos possamos perceber que o Amazonas e a região fazem parte do país, além da mera arrecadação tributária.”
O debate sobre a eficácia do transporte fluvial no Amazonas reacende a problemática das chamadas "hidrovias" e da urgente necessidade de infraestrutura e navegabilidade adequada. Confrontados com os desafios das mudanças climáticas, falta de portos adequados e custos exorbitantes ligados à navegação, será que as hidrovias são realmente uma solução confiável? Confira no novo artigo de Augusto Rocha
… a melhor maneira de proteger um bem natural é atribuir-lhe uma finalidade econômica. Esse princípio está ligado a outra pergunta: é mais fácil combater o desmatamento com ou sem estrada recuperada?
“Com essa pauta e a presença do CIEAM, Comissão de Logística, um grupo numeroso de empresas, convidadas pela Vinci, gestora do Aeroporto de Manaus, e a Jabil, associada da entidade, debateram nesta quinta-feira novas alternativas e sugestões para melhoria do modal aéreo da Amazônia, um entrave na planilha de custos das empresas e um desafio para a inteligência de seus gestores e usuários.”
Repetir Nova York certamente não é o “sucesso”, basta que andemos por lá. Também não é o que temos em Manaus, basta que andemos por aqui. Temos que tomar cuidado com os sacrifícios que escolheremos fazer e para quem os faremos. A construção do “sucesso” do futuro não será repetir as destruições do passado, nem reproduzir modos de vida estrangeiros.