Brasileira coautora de relatório da ONU que aponta que Brasil foi único país do G20 a retroceder em meta climática diz que seria melhor manter a NDC antiga
O ministro do Meio Ambiente, Joaquim Leite, falou hoje sobre as propostas que serão levadas pelo Brasil para a COP26 e sobre novas iniciativas de conservação que serão postas em prática.
Temos a possibilidade de fazer da floresta em pé mecanismos de monetização dos serviços ambientais que possam financiar um novo programa de desenvolvimento regional. Isso implica em multiplicar laboratórios, qualificar recursos humanos, promover parcerias nacionais e internacionais transparentes e aderentes a uma nova economia de redução das desigualdades regionais e da prosperidade de um Brasil integrado e próspero.
O diálogo deve fazer parte das ações, mas para crescer o desenvolvimento humano desta bela cidade será preciso celebrar os acertos e enfrentar os erros.
O Brasil precisa urgentemente adotar uma visão de longo prazo, em que a Ciência, a Tecnologia e a Inovação sejam o grande fator de inserção do país na economia do conhecimento. Da mesma forma, deve integrar políticas públicas para forjar a indústria do futuro, desenvolvendo tecnologias críticas para o enfrentamento dos grandes desafios do planeta: sustentabilidade, produção de energia limpa, acesso à saúde e à educação, segurança alimentar, redução das desigualdades, e geração de emprego e renda.